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Campanha Setembro Amarelo segue sendo trabalhada com pacientes em unidades de saúde de Umarizal



Profissionais do Núcleo de Apoio à Saúde da Família (NASF), realizaram nesta última quarta-feira, 11, mais uma ação alusiva a campanha Setembro Amarelo. As atividades se concentram nas unidades básicas de saúde e também contam com a colaboração das equipe da Estratégia Saúde da Família (ESF) de cada unidade.

Nesta última quarta-feira, a ação foi realizada na unidade Cosma Lemos dos Santos no bairro Caraíbas. Pacientes que aguardavam atendimento participaram de uma roda de conversa com o psicólogo do NASF, Pedro Henrique sobre a campanha. Também participaram da atividade, a nutricionista Thalyta Maciel, a fisioterapeuta, Helaíla Amorim e a educadora física Jéssika Freitas, que também compõem o NASF municipal.

Setembro Amarelo é uma campanha brasileira de prevenção ao suicídio, iniciada em 2015. É uma iniciativa do Centro de Valorização da Vida (CVV), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP). O mês de setembro foi escolhido para a campanha porque, desde 2003, o dia 10 de setembro é o Dia Mundial de Prevenção do Suicídio.

A atividade também contou com a participação da enfermeira responsável pela unidade de saúde do Caraíbas, Bianca Andrade, do médico Dr. Ravel e da agente comunitária de saúde Núbia Araújo. Autocuidado, prevenção, mitos, importância de uma alimentação saudável e de atividades físicas, foram algumas das temáticas abordadas para reforçar a campanha.

Dados

A taxa de suicídios a cada 100 mil habitantes aumentou 7% no Brasil, ao contrário do índice mundial, que caiu 9,8%, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste mês, em que participamos da campanha Setembro Amarelo, os dados apontam o quanto ainda precisamos dar atenção ao tema.

O suicídio foi a segunda principal causa de morte entre jovens de 15 a 29 anos, após os acidentes de carro. Entre os adolescentes de 15 a 19 anos, o suicídio foi a segunda principal causa de óbito entre meninas (após condições maternas) e a terceira principal causa em meninos (após lesões na estrada e violência interpessoal).

Embora os números mundiais estejam em queda, os índices ainda são alarmantes: cerca de 800 mil pessoas acabam com suas vidas todos os anos no mundo, o que equivale a uma morte a cada 40 segundos.






































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