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Esposa de vítima de Queiroz suspeita de execução: “Fez muita mãe chorar”

Foto: Reprodução

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apontou falhas na investigação de uma suposta execução, ocorrida em em 2003, que tem como autores Fabrício Queiroz, ex-assessor da família Bolsonaro, e Adriano da Nóbrega. Segundo reportagem do Fantástico, da TV Globo, o crime ocorreu quando os acusados trabalhavam juntos no batalhão da Polícia Militar de Jacarepaguá, no Rio de Janeiro, e atiraram no homem, suspeito de tráfico.

A viúva de Anderson Rosa de Souza, de 29 anos, no entanto, nega que o marido fosse traficante ou tivesse relações com a atividade ilícita.

A investigação corre na Justiça há 17 anos e pode perder a validade em 2023. Dessa forma, o MP determinou que as apurações sejam concluídas em 90 dias.

Como mostrou o programa, a esposa, que teve dois filhos com a vítima, contou que nunca foi procurada pela polícia sobre a morte do marido e, por isso, desconfia de que ele foi executado.

Do Metrópoles 

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